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Blog de pr-off gallileo - Alberto Ribeiro Rosa Júnior -

gramática



 
 


Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 19:38:04
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QUANDO HÁ MUITA MATÉRIA

 

7 - QUANDO HÁ MUITA MATÉRIA

Nem sempre o estudante dispõe de tempo suficiente para se dedicar à matéria a ser estudada, principalmente quando esta se apresenta em grande quantidade. Quando isso ocorre, e quando temos matérias diferentes a estudar, é necessário administrar bem o tempo disponível, para melhor aproveitamento do estudo.

Não é proveitoso dedicar-se horas seguidas a uma mesma matéria.

Imagine, por exemplo que alguém disponha de dois dias para estudar muita história e matemática. Se optar por estudar somente história durante todo o primeiro dia a assimilação não será boa.


Assim, nas primeiras horas de estudo o aproveitamento será satisfatório, mas a capacidade de apreensão diminuirá com o passar do tempo, na medida em que o aluno for se cansando do assunto.

Por, outro lado, se o tempo disponível for melhor distribuído entre as matérias, a sonolência, a dispersão, etc. se manifestarão com menos frequência.

A regra correta é sempre dividir o tempo, alternando as matérias antes de o estudo se tornar cansativo e tedioso.

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 22:32:51
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USE ESQUEMAS OU FICHAS

 

6 - USE ESQUEMAS OU FICHAS

Diante de um texto longo a ser resumido e estudado, fazer uso de fichas, se constitui num expediente bastante útil que facilitará a tarefa e permitirá ter uma idéia global da mensagem ali contida.

Normalmente, todo parágrafo contém uma idéia-chave, ou básica, que resume o pensamento principal do autor. Através de uma boa lida em cada parágrafo, pode-se extrair de cada um deles, essa idéia básica, e traduzi-la, com nossas próprias palavras, em uma frase, exprimindo toda a essência do parágrafo lido. As frases deverão ser todas anotadas nas fichas, de modo a se elaborar um precioso esquema da matéria estudada.

As fichas deverão conter divisões e subdivisões dos assuntos, e ser colocadas na ordem de importância para o desenvolvimento do tema.

OBS.: Pode-se copiar integralmente uma frase, quando ela exprimir uma idéia que, se resumida, resultar em prejuízo no seu sentido principal.



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 22:17:08
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5 - PREPARANDO O MATERIAL

Não deixe para organizar o material a ser pesquisado para a última hora, pois isso pode levar mais tempo do que a priori se prevê, e esse tempo terá de ser subtraído das preciosas horas destinadas ao estudo.

Separar com antecedência todo o material necessário. dirigir-se a bibliotecas, consultar colegas, conseguir revista e jornais e colher o máximo de material, é a forma correta de se preparar com antecedência e para utilizar todo o tempo previsto somente para o estudo.

Fonte: Livro "Escola viva: programa de pesquisa e apoio escolar", editora MECA 1998



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 19:46:55
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Ahm?

 

(Acho difícil me concentrar, mas estou bem certo do porquê.)

 

4 - CONCENTRAÇÃO

Possivelmente, só o ato de orar mereça tanta concentração como a prática de estudar e de ler.

Para que essa concentração seja integral o aluno deve se desligar de qualquer objeto que possa distraí-lo do estudo.

Assim, desliga a televisão, o rádio, o aparelho de som, etc. e isola-se num local onde o silêncio seja seu melhor aliado para o estudo e entendimento da matéria.

 

Fonte: Livro "Escola viva: programa de pesquisa e apoio escolar", editora MECA 1998

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 19:40:34
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Fiat Lux

3 - ILUMINAÇÃO E POSTURA

O local deve ser bem arejado e ter uma iluminação suficiente e bem distribuída para que não se formem sombras que dificulte a visão e prejudiquem a vista e nem proporcionem, ao longo de algum tempo, indisposição para o estudo.

A postura deve ser correta, devendo o estudante sentar na posição vertical, sem forçar a coluna e com os braços sobre a mesa.

 

Fonte: Livro "Escola viva: programa de pesquisa e apoio escolar", editora MECA 1998

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 20:31:25
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Local de estudos

 

2 - O LOCAL ADEQUADO

É importante que o aluno escolha o local mais adequado possível para desempenhar sua atividade escolar.

Como o estudante passará um tempo considerável nesse ambiente, ele terá de ser o mais tranquilo e agradável possível, livre de qualquer interferência das outras atividades da casa.

 

Fonte: Livro "Escola viva: programa de pesquisa e apoio escolar", editora MECA 1998



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 20:27:55
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Administrar o tempo

1 - ADMINISTRAÇÃO DO TEMPO


 

Assim como todos têm a hora das refeições , a hora da diversão, a hora de dormir, etc., o estudo tem de se conscientizar de que também tem a hora de estudar, ler e pesquisar.

Para se criar um sadio condicionamento, essa "hora de estudar" deverá ser sempre no mesmo período do dia. Determinar também um tempo mínimo, diário de estudo. O fato de terminar uma lição mais fácil, que ocupou menos tempo não deve ser "desculpa" para se roubar do estudo parte do período determinado para tal.

Outra dificuldade enfrentada no ato de estudar, é adequar o nosso tempo disponível à quantidade de matéria a ser estudada, por isso é importante não esquecer que melhor aproveitar o tempo importante não esquecer que para melhor aproveitar o tempo disponível, é indispensável que o estudante aja com "organização e planejamento"

 

Fonte: Livro "Escola viva: programa de pesquisa e apoio escolar", editora MECA 1998


 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 00:20:56
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Aula 2 - vídeo 2 - Português - Novo Telecurso 2000. - vídeo 2 - Português - Novo Telecurso 2000.



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 14:25:04
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Aula 2 - vídeo 1 - Português - Novo Telecurso 2000. - vídeo 1 - Português - Novo Telecurso 2000.

 

 

AULA: AULA SOBRE AS NOÇÃO DAS CLASSES DE PALAVRAS - O SUBSTANTIVO - AS PALAVRAS MEIO E MEIA - E O SENTIDO FIGURADO E SENTIDO LITERAL

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 14:02:36
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Aula 1 - vídeo 2 - Português - Novo Telecurso 2000.

Novo Telecurso 2000 - Língua Portuguesa Aula 1

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 10:20:50
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Aula 1 - vídeo 1 - Português - Novo Telecurso 2000.

 

 

Novo Telecurso 2000 - Língua Portuguesa Aula 1

 

AULA: SOBRE A ORIGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA - AS VARIANTES LINGUÍSTICAS - VARIEDADE CULTA

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 10:10:31
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as regras de acentuação desde de 1º de janeiro



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 22:30:55
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as regras de acentuação desde de 1º de janeiro

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 10:36:29
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fuvest, só passa quem presta.

Prova Fuvest 2009 - Confira a Correção online principais cursinhos de São Paulo.

COC Vestibulares


Cursinho Objetivo


CursoAnglo


Cursinho Etapa



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:13:43
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Efemerides de Novembro

Movimentos sociais e revoltas já indicavam a falência do regime monárquico. A Inconfidência Mineira (1789), a Conjuração Baiana (1798) e a Revolução Pernambucana (1817) já carregavam o gérmen do sistema republicano de governo.
 
No dia 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República no Brasil. O sistema monárquico do governo, sob o comando do ministro Visconde de Ouro Preto, já não tinha o apoio da Igreja, nem dos militares, das lideranças civis e nem dos antigos senhores de escravos.
 
Por essa razão, a Proclamação da República foi pacífica, sem guerra nem derramamento de sangue. Montado em seu cavalo, o marechal Deodoro desfilou uma longa lista de queixas, pessoais e corporativas, contra o governo do Visconde de Ouro Preto e não contra o Imperador D. Pedro II. Naquela mesma hora, o Visconde foi preso e o gabinete derrubado. Na saída, o marechal Deodoro, à frente da tropa, obedeceu ao cerimonial militar de saudação ao Chefe de Estado: com o quepe erguido pela mão direita acima da cabeça, deu um “viva ao Imperador”.
 
Estabeleceu-se um governo provisório chefiado pelo próprio marechal. Esse governo comunicou a D. Pedro II que havia sido proclamada a República e que a Família Real deveria deixar o Brasil. O major Sólon Ribeiro foi encarregado de entregar a mensagem ao Imperador, que, no dia 17 de novembro, a bordo do navio “Alagoas”, partiu para a Europa com sua família.
 
O Brasil passou a ser uma República, com uma nova Constituição e uma nova bandeira.
 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 16:34:22
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Unicamp espera quase 50 mil neste domingo;



Acontece neste domingo (16) a primeira fase do vestibular 2008/9 da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), aplicado para 49.287 inscritos, a partir das 14h. Os portões dos locais de prova serão fechados às 13h45.

Ao término do exame, de quatro horas e meia de duração, professores do curso Objetivo farão a resolução comentada das questões, publicada em tempo real pelo UOL Vestibular.

  • Confira lista completa de concorrência da Unicamp
  • 10 dicas para quem vai fazer o vestibular da Unicamp
  • "Provas da Unicamp não têm pegadinha", diz coordenador do vestibular
  • "Vestibular 2009: temas que mais caem

    Não é necessário levar comprovante de inscrição - basta apresentar documento de identididade original, com foto. O exame, composto de questões discursivas, poderá ser feito a lápis. Também é recomendável levar caneta azul ou preta, borracha e uma pequena régua.

    Calculadora, celulares e pagers, corretivo líquido, relógio com calculadora e boné são proibidos.

    Estão em jogo 3.434 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto.

    O padrão de respostas será divulgado na terça-feira (16).

    Outras informações podem ser obtidas no site da Unicamp.


  • Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 10:00:37
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    ACONTECEU NOS ANOS 80

    --- Tais fatos foram comuns nos anos 80. Haveria concordância com 80? Em caso afirmativo, como ficaria a mesma frase se, em lugar de 80, fosse 10? U. R., Brasília/DF

     
    Resumidamente, podemos afirmar que em português não se altera o algarismo [80s, 20s, vintes, dez] para fazer a concordância com “anos”, porque em anos 80 se subentende o termo década, isto é, trata-se do período compreendido entre 1980 e 1989 = nos anos [da década de] 80.
     
    Leitor de Imperatriz/MA também discute a questão, asseverando que é legítimo o uso de “anos oitentas ou 80’s”, porque os numerais flexionam no plural: zeros, uns, noves etc. (o nº 10 não muda no plural).
     
    Em primeiro lugar me parece que o aparecimento do S se deve mais a uma imitação da língua inglesa do que à flexão dos números, pois esse plural é rarissimamente usado e não soa nada bem; quer dizer, não é por tradição nossa, nem por hábito que deveríamos falar em *anos vintes, anos trintas e anos dez*.
     
    Em segundo lugar, precisamos observar que nós já temos o plural assinalado na palavra antecedente (“anos” ou o coletivo “década”), o que não acontece no inglês. Vejamos, em frases extraídas da revista My Generation (Mass./USA, July-August 2002), que não aparece a palavra “years” ou “decade”:
         In the mid-1980s he won city contracts.
         In the 1970s and ’80s…
         By the early 1960s…
         Roberts had spent most of his 20s and 30s as a Krishna missionary to Brazil.
     
    Bem, sabe-se que língua é convenção. E até numa mesma língua as convenções podem diferir de um país para outro. Em Portugal também não se usa esse S, mas é habitualmente escrito por extenso: nos anos sessenta, na década de quarenta... Já no Brasil preferimos a representação por algarismos, que é mais visual, e em geral usando apenas os dois últimos algarismos do ano:
     
         O livro traz a política e a memória do debate educacional dos anos 30.
     
         Desde o final dos anos 80, tínhamos cerca de um milhão de experiências de introdução do audiovisual no ensino superior para examinar e comparar.
     
         A obra de McLuhan ainda está viva – talvez hoje mais do que nos anos 60, embora em grande parte subsumida em escritos de outros autores.
     
         Entre as décadas de 30 e 40 começa a instituir-se o parque fabril nacional.
     
         Empenhou-se pelas liberdades civis na década de 70.
     
    Com a entrada do séc. 21, já está havendo certa preocupação com a clareza dos textos a serem lidos no futuro, pois então se poderá questionar se a “década de 20” se refere a 1920 ou a 2020. Assim – e especialmente em textos que tratem ao mesmo tempo dos séculos 19 e 20 –, visando evitar qualquer ambigüidade, pode-se escrever o ano por inteiro. Observe nos exemplos seguintes que há duas opções, com e sem a preposição “de” no caso dos anos:
     
         Nos anos 1970, o Paraná sofreu a expulsão dos camponeses de suas terras.
     
         No início dos anos de 1980, seus apelos para o fim da Guerra Fria lhe deram notoriedade internacional.
     
         O ponto alto de sua obra se localiza nos anos de 1880 e 1890.
     
         Os grupos editoriais no final da década de 1950 foram influenciados por E. P. Thompson.
     
     
    Uma análise dos livros encontrados no Colégio Coração de Jesus, cuja publicação aconteceu entre os anos de 1933 a 1949, pode mostrar a eficiência da estratégia de regrar a sedução exercida pelo escolanovismo sobre o professorado.
     


    * Maria Tereza de Queiroz Piacentini - Diretora do Instituto Euclides da Cunha e autora dos livros "Só Vírgula", "Só Palavras Compostas" e "Língua Brasil - Crase, pronomes & curiosidades"



    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 15:03:22
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    Funções da Linguagem

    1° EM - JD

    Para melhor compreensão das funções de linguagem, torna-se necessário o estudo dos elementos da comunicação.

    Elementos da comunicação

    emissor - emite, codifica a mensagem

    receptor - recebe, decodifica a mensagem

    mensagem - conteúdo transmitido pelo emissor

    código - conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem

    referente - contexto relacionado a emissor e receptor

    canal - meio pelo qual circula a mensagem

    Obs.: as atitudes e reações dos comunicantes são também referentes e exercem influência sobre a comunicação

    Funções da linguagem

    Função emotiva (ou expressiva)

    centralizada no emissor, revelando sua opinião, sua emoção. Nela prevalece a 1ª pessoa do singular, interjeições e exclamações. É a linguagem das biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor.

    Função referencial (ou denotativa)

    centralizada no referente, quando o emissor procura oferecer informações da realidade. Objetiva, direta, denotativa, prevalecendo a 3ª pessoa do singular. Linguagem usada nas notícias de jornal e livros científicos.

    Função apelativa (ou conativa)

    centraliza-se no receptor; o emissor procura influenciar o comportamento do receptor. Como o emissor se dirige ao receptor, é comum o uso de tu e você, ou o nome da pessoa, além dos vocativos e imperativo. Usada nos discursos, sermões e propagandas que se dirigem diretamente ao consumidor.

    Função fática

    centralizada no canal, tendo como objetivo prolongar ou não o contato com o receptor, ou testar a eficiência do canal. Linguagem das falas telefônicas, saudações e similares.

    Função poética

    centralizada na mensagem, revelando recursos imaginativos criados pelo emissor. Afetiva, sugestiva, conotativa, ela é metafórica. Valorizam-se as palavras, suas combinações. É a linguagem figurada apresentada em obras literárias, letras de música, em algumas propagandas etc.

    Função metalingüística

    centralizada no código, usando a linguagem para falar dela mesma. A poesia que fala da poesia, da sua função e do poeta, um texto que comenta outro texto. Principalmente os dicionários são repositórios de metalinguagem.

    Obs.: Em um mesmo texto podem aparecer várias funções da linguagem. O importante é saber qual a função predominante no texto, para então defini-lo.



    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 13:19:12
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    Gênero


    "champanhe" "grama" "moral" "libido"

    Em Belém do Pará, não é difícil ouvir alguém dizer: "Levei uma tapa".

    Um rápida consulta ao dicionário nos esclareceria que "uma tapa", "um tapa", "o tapa" e "a tapa" são formas corretíssimas. Trata-se de uma palavra que pode ser tanto do gênero masculino como do gênero feminino.

    Caso semelhante ao de "tapa" é o de "sabiá". Na canção "Sabiá", de Tom Jobim e Chico Buarque, temos:

    Vou voltar.
    Sei que ainda vou voltar
    para o meu lugar.
    Foi lá e é ainda lá
    que eu hei de ouvir cantar
    uma sabiá, o meu sabiá.

    Chico Buarque usou as duas formas. Ambas estão corretas, como nos mostram os dicionários.

    Algumas palavras, porém, não admitem duplo gênero.

    É o caso de "dó". Ouve-se falar "Você não imagina a dó que eu senti", quando a construção correta seria "Você não imagina o dó que eu senti". "Dó" é do gênero masculino. "O dó", portanto, é a construção adequada, ainda que seja muito pouco usada no dia-a-dia.

    Em muitos lugares ouve-se "a champanhe", quando o correto seria "o champanhe" e "o champanha". A palavra pode ser escrita com "e" ou com "a" no fim, mas deve ser acompanhada sempre de artigo masculino, e nunca de artigo feminino.

    Outro problema são aquelas palavras cujo sentido muda quando o gênero é alterado. É o caso de "grama". Não se deve confundir "o grama" com "a grama", "o moral" com "a moral". "O grama" é a unidade de massa.

    Compram-se duzentos gramas de queijo.


    Já "A grama" é o vegetal, a designação comumente dada a várias espécies de gramíneas.

    Não pise naquela grama!


    Por sua vez, "O moral" é o estado de espírito.

    O time está com o moral elevado.

    "A moral" é o código de princípios de uma sociedade.

    A moral dos judeus é diferente da dos cristãos.

    Temos outro caso interessante no trecho a seguir da canção "Seduzir", gravada por Djavan:

    Amar é perder o tom nas comas da ilusão.
    revelar todo o sentido
    Vou andar, vou voar para ver o mundo.
    Nem que eu bebesse o mar
    encheria o que eu tenho de fundo...

    Nesse trecho, vimos que Djavan usou a palavra "comas". De acordo com os dicionários, a palavra "coma" tem vários significados. Na letra de "Seduzir" ela foi usada com o significado de "estado de inconsciência", "estado de coma". Trata-se de uma palavra que pode ser indiferentemente masculina e feminina: "o coma" ou "a coma".

    A língua falada, do dia-a-dia, não assimila com facilidade o gênero culto de algumas palavras.

    Vejamos outro caso, a palavra "libido", usada na canção "Alívio Imediato", gravada pelos Engenheiros do Hawaii:

    ...A Líbia bombardeada, a libido e o vírus
    o poder, o pudor, os lábios e o batom...

    Agora observemos a mesma palavra ser utilizada na canção "Garota Nacional", gravada pelo Skank:

    ... Porque ela derrama um banquete, um palacete
    um anjo de vestido, uma libido do cacete...

    A grafia está correta na letra das duas músicas: "a libido". Não existe a forma "o libido".

    Quando houver dúvida quanto ao gênero de palavras, recorra sempre ao dicionário.

    Número
    "patins", "óculos"

    As pessoas comumente dizem "o patins". No entanto a forma "patins" é plural. São "os patins" ou, então, "o patim". O mesmo erro acontece, normalmente, com a palavra "óculos". Duas canções ilustram bem o problema.

    A primeira é "Vampiro", de Jorge Mautner. A outra é "Como vovó já dizia", de Raul Seixas e Paulo Coelho. A letra de "Vampiro" diz:

    ... Eu uso óculos escuros pra minhas lágrimas esconder...

    Jorge Mautner fala em "óculos escuros" e acerta. "Óculos" é plural de "óculo". Usamos dois óculos, um óculo para a vista direita e outro óculo para a vista esquerda. Logo, o aparelho corretor chama-se óculos.

    Raul Seixas diz:"... quem não tem colírio usa óculos escuro". A concordância aqui não está adequada. A construção correta seria óculos escuros.

    "Óculos" é plural, assim como "férias". Diz-se "As minhas férias" e não "A minha férias". Não se deve confundir "férias" com "féria", no singular, que é a arrecadação de dinheiro de um certo período.

    Do mesmo modo, não se diz "o ciúmes", mas "o ciúme".

    As cadeiras são azul-claras, as camisas azul-escuras.

    Nesse caso a regra é esta: quando se trata de um adjetivo composto formado por dois adjetivos, mantém-se o primeiro e altera-se só o segundo. Exemplos:

    proposta luso-brasileira, sentimento luso-brasileiro
    cadeira azul-clara, cadeiras azul-claras

    "giz", "gravidez"

    A palavra "ônibus" é plural ou singular? É as duas coisas, assim como a palavra "lápis".

    singular: o ônibus / o lápis
    plural: os ônibus / os lápis

    Por que isso acontece? Os substantivos terminados em "-s" são invariáveis quando paroxítonos ("lápis") ou proparoxítonos ("ônibus").

    De um modo geral, no entanto, os substantivos terminados em "-s" formam o plural com o acréscimo de "-es" (desde que não sejam paroxítonos ou proparoxítonos).

    Se a palavra termina em "-r" ou "-z", também forma o plural com "-es". Muitos duvidam de que "giz" tenha plural. Como "cruz", esse substantivo varia normalmente:

    o giz
    os gizes

    Outros exemplos de palavras terminadas em "-z" ou "-r":

    a luz / as luzes
    a gravidez/ as gravidezes
    o prócer/os próceres
    o mar/os mares
    a raiz/as raízes

    Fonte: Alô Escola - TV Cultura SP



    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 09:24:42
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    melhores redações fuvest - 2007

    Olá, alunos e alunas do 3ª° (terceirão). Alguns alunos me disseram que não encontravam as redações. Resolvi postar o link aqui para facilitar os estudos. Os anos anteriores estão na mesma página. As de 2008 ainda não foram postadas.

    http://www.fuvest.br/vest2007/bestred/bestred.stm 

    Bom  estudo!



    Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 14:29:40
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    VÍRGULAS: DEPOIS DO SUJEITO E COM ADVÉRBIO DE MORO

    Não Tropece na Língua

    VÍRGULAS: DEPOIS DO SUJEITO E COM ADVÉRBIO DE MODO

    “Há regra para colocação de vírgula ? Eu costumo empregar o método da respiração .” Assim escreveu, com muita espontaneidade , o leitor Adelino Miranda, de Porto Alegre /RS.

     

    Como já tivemos oportunidade de dizer , não se coloca vírgula de ouvido simplesmente ; não há uma necessária conexão entre vírgula e pausa – “ nem a toda pausa corresponde uma vírgula , nem a toda vírgula corresponde uma pausa ...”, sustenta Celso Luft. O fato é que a vírgula obedece a critérios sintáticos , não se devendo separar os termos da oração unidos sintaticamente, ou seja, colocar vírgula entre sujeito e verbo , entre verbo e complementos , a não ser que haja encaixes entre esses elementos .

     

    Vírgula entre sujeito e predicado / verbo é erro , conseqüentemente . Maus exemplos :

     

    *O Laboratório Botânico, está completando 15 anos .

    *As conquistas recentes e o seu carisma, colocam Guga como o tenista mais popular de todo o circuito .

    *A inobservância das obrigações estabelecidas nesta lei, sujeitará o infrator às penas previstas na legislação .

          

    Exemplos corrigidos:

     

    O Laboratório Botânico está completando 15 anos .

     

    As conquistas recentes e o seu carisma colocam Guga como o tenista mais popular de todo o circuito .

     

    A inobservância das obrigações estabelecidas nesta lei sujeitará o infrator às penas       previstas na legislação .

     

    Desconfie da vírgula antes do verbo ! Ela só estará ali se houver um encaixe ou intercalação , que se marca por duas vírgulas :

     

    Errado: O 1° Congresso Internacional de Educação Holística – CIEH, foi lançado com festa .  [ não vai a vírgula mesmo que na leitura se faça pequena pausa depois da sigla ]

    Certo:  O 1° Congresso Internacional de Educação Holística – CIEH foi lançado com festa .

    Com encaixe: O 1° Congresso Internacional de Educação Holística – CIEH, a ser promovido pelo Colégio Coração de Jesus, foi lançado com festa .

     

    Observemos mais dois exemplos em que o sujeito está separado do seu predicado por uma intercalação entre vírgulas :

     

    A propriedade utilizada pelo ex-governador Hercílio Luz para passar os dias de descanso no distrito de Taquaras, em Rancho Queimado /SC, está prestes a se transformar num empreendimento que unirá lazer e preservação do patrimônio .

     

    A globalização , seja de forma direta ou indireta , está expondo os agricultores do Mercosul a um perigo mais forte :  o de servirem de cobaias para agrotóxicos que são proibidos em países da Europa.

     

    -

     

    “Os advérbios terminados em mente são necessariamente colocados entre vírgulas ?” Mirian Silva Rossi, São Paulo/SP

     

    De jeito nenhum ! Veja algumas boas frases : Esta é uma medida tecnologicamente possível . Falou incansavelmente para a multidão . Saiu-se razoavelmente bem . Ele disse que lamentavelmente não havia condições de retorno . As cores azul e verde correspondem respectivamente aos grupos 10 e 11.

     

    Você só colocará o advérbio de modo (terminado em “-mente”) entre vírgulas se quiser dar ênfase especial ao que ele expressa , por exemplo : Ontem, infelizmente , não nos encontramos no colégio .  As cores azul e verde correspondem, respectivamente , aos grupos 10 e 11.

    * Maria Tereza de Queiroz Piacentini - Diretora do Instituto Euclides da Cunha e autora dos livros "Só Vírgula", "Só Palavras Compostas" e "Língua Brasil - Crase, pronomes & curiosidades"



    Escrito por prof. gallileo às 23:51:44
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    USOS E NÃO-USOS DO ARTIGO DEFINIDO E INDEFINIDO

    Não Tropece na Língua

    No Brasil é grande a preocupação com a crase, mas poucas pessoas se dão conta de que conhecer bem o artigo é imprescindível para se fazer bom uso do acento indicativo de crase. O artigo é a palavra que introduz o substantivo, indicando-lhe o gênero (masculino/feminino) e o número (singular/plural).

    O artigo definido – o, a, os, as – individualiza, determina o substantivo de modo particular e preciso. Designa um ser já conhecido do leitor ou ouvinte. Exemplos: 

     

    O violino está desafinado. [referência a um instrumento específico, seja o meu ou o seu, enfim aquele já mencionado]

    A lâmpada queimou. [a apontada ou a única no local]

    Falei com os meninos. [meninos já conhecidos do falante]

    Vimos as estrelas no telescópio. [as estrelas de que falávamos antes]

     

    O artigo definido também é empregado para indicar a espécie inteira; isto é, usa-se o singular com referência à pluralidade dos seres: 

    O homem é mortal.  [ = todos os homens] 

    A acerola contém grande quantidade de vitamina C. 

    Dizem que o brasileiro é cordial.

     

    O artigo indefinido – um, uma, uns, umas – determina o substantivo de modo impreciso, indicando que se trata de simples representante de uma dada espécie. Designa um ser ao qual não se fez menção anterior. Exemplos: 

    Um violino está desafinado. [um dentre os vários da orquestra] 

    Uma lâmpada queimou. [uma das diversas existentes no local] 

    Falei com um menino. [não é particularizado] 

    Vimos uma estrela no telescópio. [uma representante da espécie] 

    Marcos deve ter uns quarenta anos. [aproximação] 

     

    Por questão de estilo, evita-se a utilização freqüente de um, uma. O abuso do artigo indefinido torna a frase pesada e deselegante. Observe nos períodos abaixo como certos artigos são desnecessários: 

    A menina ganhou (uns) lindos brinquedos. 

    Recebemos do interior de São Paulo (uns) pêssegos maravilhosos. 

    O funcionário está respondendo a (um) processo por malversação de dinheiro. 

     "Sou muito feliz por ter (uns) pais como vocês", escreveu a criança. 

    Ter (uma) boa saúde é fundamental. 

    Colocar um coração de (um) babuíno em um recém-nascido foi (um) ato tão ousado quanto

    atravessar o Atlântico a nado.

     

    é mais elegante deixar fora o artigo indefinido antes de pronome de sentido indefinido, como "tal, certo, outro": 

    Vi Laura em (uma) tal consternação que achei melhor ficar quieto. 

    Encontrei (uma) certa resistência quando sugeri que discutíssemos o assunto em (uma) outra ocasião.  

    Acabei não mencionando (um) outro caso interessante. 

     

    Em alguns casos nem o pronome indefinido é necessário: 

    A neve e o vento glacial alteraram a paisagem européia e não pouparam país.

     

    Está certa a ausência do artigo, pois significa que nenhum país (da Europa) foi poupado no pior inverno dos últimos anos. é importante notar que a indefinição se faz mentalmente – não é preciso constar explicitamente o artigo ou o pronome indefinido. Caso a reportagem estivesse se referindo só à Inglaterra ou à Suécia, por exemplo, o redator teria escrito "não pouparam o país". 

     

    Entretanto, o artigo indefinido é usado como reforço em expressões exclamativas:

    Foi uma alegria te ver. O desfile foi um horror!


    Vimos, acima, as regras gerais de emprego do artigo definido e indefinido. Há, no entanto, muito mais: o uso é variado e amplo. Normalmente nos guiamos pela intuição, mas é possível estabelecer algumas normas que presidem o uso ou a omissão do artigo. Vejamos caso a caso. 

    - Só é possível comparecer ao baile com trajes de época.

    "De época" é expressão usada para designar algo (fantasia, móvel, filme) que traz o estilo ou as características de determinado período (no passado). Com o artigo [da], seríamos obrigados a determinar qual a época.

    -  (A) Maria da Graça pediu que você ligasse para ela.

    O artigo junto ao nome de batismo da pessoa é facultativo: no Sul do Brasil é sempre usado, ao passo que em outras regiões dispensa-se o artigo sistematicamente. 

    -  João Figueiredo pediu para ser esquecido.

    Os nomes próprios de pessoas, quando usados por inteiro, não devem ter artigo; este no entanto poderá ser usado se com a pessoa mencionada houver familiaridade, real ou pretensa: Agradeci a ajuda da Nilcéa P. Lemos na elaboração da tese. Comprei um disco da Gal Costa.

    -  Gostaria de descer o Amazonas até os Andes.

    Usa-se o artigo com nomes próprios geográficos, nomes de países e de alguns Estados brasileiros (o Paraná, o Rio de Janeiro, a Bahia, o Rio Grande do Sul, o Espírito Santo etc.).

    -  Visitarei Belo Horizonte e Salvador nos próximos dias.

    Nomes de cidades prescindem de artigo. Há exceções: o artigo pode ser usado quando o nome da cidade deriva de um substantivo comum: o Rio de Janeiro, o Cairo, o Porto, sendo optativo em outros casos: (o) Recife, (a) Laguna (SC).

    -  Finalmente visitarei a Ouro Preto dos meus sonhos.

    Nomes de cidades passam a admitir o artigo desde que acompanhados de qualificação ("dos meus sonhos", neste caso).

    - Sua Alteza casou com Dona Teresa Cristina. / Espero não ter interrompido V. Exa.

    Não se usa artigo antes de pronomes pessoais e de tratamento.

     -  Falei com a srta. Ana, sua secretária, antes de vir procurá-la, senhora deputada.

    Dentre as expressões de tratamento, senhor, senhora e senhorita são as únicas que admitem artigo, mas não quando vocativo, ou seja, quando nos dirigimos à própria pessoa.

     -  Santo Antônio é seu padroeiro e confidente.

    Os adjetivos São, Santo e Santa, quando acompanhados de nome próprio, não admitem artigo; tampouco se articula Nosso Senhor e Nossa Senhora.

     -  Voltou para casa mais tarde do que de hábito. / Voltou para a casa dos pais depois da separação.

    O artigo é omitido antes da palavra casa quando designa residência, lar. Mas não quando particularizada ou usada na acepção de prédio, estabelecimento.

     -  Finalmente estou em terra – já não agüentava o enjôo do navio.

    Omite-se o artigo junto ao vocábulo terra quando em oposição a bordo, mar.

     -  Esteve em palácio por convocação do Governador.

    Costuma-se omitir o artigo com a palavra palácio quando designa a residência ou o local de despacho de um chefe de governo. 

     -  Pagou R$ 4,00 o quilo da maçã. / Custa mil o metro.

    O artigo é usado nas expressões de peso e medida com o sentido de "cada".

     -  O inverno brasileiro é moderado.

    Usa-se o artigo com as estações do ano, exceto quando elas vêm precedidas de DE, significando "próprio de", como em "gosto do sol de inverno".

    -  Hoje de manhã (o) meu carro custou a pegar.

    é indiferente o emprego do artigo antes de possessivos acompanhados de substantivos.

     -  Aquele carro que acharam é (o) meu.

    Em função substantiva (isto é, no lugar do substantivo), o possessivo tem um sentido quando acompanhado de artigo (o meu carro = o único que possuo), e outro sentido sem o artigo ("é meu" denota uma simples idéia de posse).

     -  Quem não tem suas dificuldades?

    Dispensa o artigo o pronome possessivo usado em expressões com o valor de "alguns".

     -  Vem cá, meu amor.

    Quando o possessivo faz parte de um vocativo, não admite o artigo.

     -  Dou em meu poder seu ofício de 15 de setembro.

    O artigo é omitido com o possessivo em certas expressões feitas: em nosso poder, a seu bel-prazer, por minha vontade, a seu turno, a meu modo, em meu nome, a seu pedido.

     -  Sal, pimenta e açúcar devem ser usados em quantidades moderadas.

    Omite-se o artigo antes de palavras de sentido geral, indeterminado.

     -  Você tem razão em não dar confiança ao rapaz, pois ele só disse mentiras.

    Não se usa o artigo antes de substantivos abstratos, em expressões que não contêm nenhuma determinação.

     -  Apresentou-se na festa com o marido e o irmão.

    Normalmente se repete o artigo para evitar ambigüidade, pois sem ele os dois substantivos podem designar o mesmo ser. Não seria o caso acima, porque irmãos não se casam, mas fica diferente agora: Admiro o meu irmão e amigo (uma só pessoa). Admiro o meu irmão e o meu amigo (duas pessoas).

     -  Já não se estuda Latim nas escolas.

    Dispensam o artigo as matérias de estudo empregadas com os verbos ensinar, aprender, estudar e equivalentes.

    Regência do verbo pedir

     A professora pediu silêncio aos alunos.

     Ela pediu que fizéssemos silêncio.

     A professora pediu à diretora para se ausentar mais cedo.

    Numa frase como "a professora pediu para que fizéssemos silêncio", de acordo com a gramática normativa, a preposição "para" não se justifica; ela só deve ser usada com o verbo pedir quando está implícita a palavra permissão ou licença. Portanto, "ela não gostou quando lhe pedi para sair da sala" significa "quando lhe pedi [permissão] para [eu] sair". Se fosse para a professora sair, a frase seria diferente: "quando lhe pedi que [ela] saísse da sala".

     Pedi para o chefe assinar os papéis. [informal]

     Pedi que o chefe assinasse os papéis. [formal]

    Embora na linguagem coloquial se use a construção "Ela pediu para eu sair", a forma gramatical requer o uso do subjuntivo: "Ela pediu que eu saísse".

    ·         Maria Tereza de Queiroz Piacentini - Diretora do Instituto Euclides da Cunha e autora dos livros "Só Vírgula", "Só Palavras Compostas" e "Língua Brasil - Crase, pronomes & curiosidades" - www.linguabrasil.com.br

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    Para contatar a equipe RESENHAS: resenhas@resenhas.com



    Escrito por prof. gallileo às 12:22:08
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    Orações Subordinadas adjetivas

    São aquelas que têm o valor e a função de um adjetivo (sempre se referem a um substantivo ou pronome da oração principal)
    São iniciadas por pronomes relativos: que, quem, o qual, cujo,...
    - Dicas:  Pronome relativo:
                       - Tente substituir o pronome por "o qual (is) " para confirmar se ele é ou não relativo.
                       - O pronome relativo exerce uma função sintática.
    Ex: Admiramos alunos estudiosos   
    ®
       Admiramos alunos que estudam
                                           adjetivo                                 Oração subordinada adjetiva.

    1. Orações subordinadas adjetivas Restritivas:
      - Restringem ou limitam a significação do nome a que se refere.
      - Não são separadas por vírgulas.
      - Funcionam como adjunto adnominal de um nome da oração principal.
      Ex: Os homens que fumam vivem pouco. (O.S. Adjetiva Restritiva)
            Havia ali crianças pedindo esmola. (O.S. Adjetiva Restritiva Reduzida de gerúndio)
    2. Orações Subordinadas Adjetivas Explicativas:
      - Indicam uma simples explicação ou detalhe do nome a que se refere.
      - Vêm sempre separadas por vírgulas.
      - Funcionam como aposto (entre vírgulas) de um nome da oração principal.
      Ex: O Sol, que é uma estrela, é o centro do nosso sistema planetário.
    • As orações subordinadas adjetivas e a vírgula:
      - Já vimos que as orações adjetivas explicativas são separadas por vírgulas, mas as adjetivas restritivas não.
      - O
      emprego, ou não, das vírgulas com as orações adjetivas gera frases de sentidos toalmente diferentes. Compare:
      Os balões que subiam eram aplaudidos pelas crianças. (restritiva)
      Os balões, que subiam, eram aplaudidos pelas crianças. (explicativa)
      - Apesar de terem a mesma estrutura, esses períodos têm sentidos bem diferentes. Note que no período primeiro, entende-se que nem todos os balões subiam, apenas uma parte deles é que subia. E só os que subiam eram aplaudidos. A oração "que subiam"é, portanto,  adjetiva restritiva.
      - Já no período segundo, entende-se que todos os balões subiam e todos eram aplaudidos pelas crianças. A oração "que subiam" é, portanto, adjetiva explicativa.



    Escrito por prof. gallileo às 16:30:05
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    8° ano TM

    Regras de Acentuação. 8° Ano - Teresa Martin.

    Como havia prometido em sala, este link tem uma boa explicação para o uso dos acentos em Língua Portuguesa.

    Boa Atividade Para Casa. Lembrem-se, é para nota.



    Escrito por prof. gallileo às 20:33:56
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