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Blog de pr-off gallileo - Alberto Ribeiro Rosa Júnior -


PIADA - Teste vocacional: como descobrir funções

Teste vocacional: como descobrir funções

Instruções: Teste de Aptidão Vocacional
- Coloque 400 tijolos em uma sala fechada.
- Coloque os candidatos ao teste dentro e feche a porta.
- Deixe-os sozinhos por seis horas e analise a situação:
1 - Se eles estiverem contando os tijolos, contrate-os para o departamento de contabilidade.
2- Se eles estiverem recontando os tijolos, contrate-os para o departamento de auditoria.
3 - Se eles tiverem bagunçado tudo e espalhado os tijolos, são engenheiros.
4 - Se eles tiverem arrumado os tijolos de maneira bem estranha coloque-os no Planejamento.
5 - Se eles tiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.
6 - Se eles estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.
7 - Se eles estiverem quebrando os tijolos em pedacinhos, coloque-os no departamento de tecnologia da informação.
8 - Se eles estiverem sentados sem fazer nada, coloque-os em Recursos Humanos.
9 - Se eles disserem que já tentaram várias combinações e estão ainda tentando outras mais e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, coloque-os em vendas.
10 - Se eles já tiverem saído, coloque-os na Gerência.
11 - Se eles estiverem olhando para a janela, coloque-os em Planejamento estratégico.
12 - Se eles estiverem conversando entre si e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, cumprimente-os e coloque-os na Diretoria.
13 - Se eles tiverem criado um muro de tal forma que eles não podem ser vistos ou ouvidos, então coloque-os no congresso.
14 - Se eles afirmarem que não estão vendo nenhum tijolo ali na sala, coloque no Jurídico.
15 - Se eles reclamarem que os tijolos "estão uma merda", não têm identificação, falta operação, medidas erradas, coloque na Qualidade.
16 - Se começarem a chamar de companheiro uns aos outros, nem contrate mande embora logo antes que eles criem um sindicato.



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 13:18:51
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Enem 2008: inscrições começam em maio

lancamento.jpgEnem 2008: inscrições começam em maio

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio de 2008, o Enem, estarão abertas de 5 a 30 de maio. O Inep publicou no Diário Oficial de hoje, 7 de abril, portaria que define toda a sistemática desta edição do Exame. A prova será realizada no dia 31 de agosto, às 13 horas (horário de Brasília).

Podem se inscrever ao Enem tanto estudantes que vão concluir o ensino médio em 2008 quanto pessoas que já o concluíram em anos anteriores. Todos podem optar por efetuar a inscrição nas agências dos Correios ou pela Internet.



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 01:48:07
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Unicamp abre inscrições para o pedido de isenção do vestibular

 

Comvest abre período para pedir a Isenção da taxa de inscrição do Vestibular 2009

As inscrições para o pedido de Isenção da taxa de inscrição do Vestibular Unicamp 2009 devem ser realizadas até dia 23 de maio, exclusivamente pela internet, nesta página. Para finalizar o processo de inscrição, o candidato deve enviar a documentação necessária (descrita no Edital) pelo correio para a Comvest até o dia 30 de maio. A falta de qualquer documento e/ou o envio após o prazo excluem o candidato do processo. Para quem achar conveniente, a Comvest disponibilizará em seu prédio computadores com acesso à internet para que os candidatos efetuem a inscrição.



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 13:15:03
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hipotrélico, de joão guimarães rosa




Hei que ele é.
Do IRREPLEGÍVEL.

Há o hipotrélico. O termo é novo, de impesquisada origem e ainda sem definição que lhe apanhe em todas as pétalas o significado. Sabe-se, só, que vem do bom português. Para a prática, tome-se hipotrélico querendo dizer: antipodático, sengraçante imprizido; ou, talvez, vice-dito: indivíduo pedante, importuno agudo, falto de respeito para com a opinião alheia. Sob mais que, tratando-se de palavra inventada, e, como adiante se verá, embirrando o hiptrélico em não tolerar neologismos, começa ele por se negar nominalmente a própria exitência.


Somos todos, neste ponto, um tento ou cento hipotrélicos? Salvo o excepto, um neologismo contunde, confunde, quase ofende. Perspica-nos a inércia que soneja em cada canto do espírito, e que se refestela com os bons hábitos estadados. Se é que um não se assuste: saia todo-o-mundo a empinar vocábulos seus, e aonde é que se vai dar com a língua tido e herdada? Assenta-nos bem à modéstia achar que o novo não valerá o velho; ajusta-se à melhor prudência relegar o progresso no passado.


Sobre o que, aliás, previu-se um bem decretado conceito: o de que só o povo tem o direito de se manifestar, neste público particular. Isto nos aquieta. A gente pensa em democráticas assembléias, comitês, comícios, para a vivíssima ação de desenvolver o idioma; senão que o inconsciente coletivo ou o Espírito Santo se exerçam a ditar a vários populares, a um tempo, as sábias, válidas inspirações. Haja para. Diz-se-nos também, é certo, que tudo não passa de um engano de arte, leigo e tredo: que quem inventa palavras é sempre um indivíduo, elas, como as criaturas, costumando ter um pai só; e que a comunidade contribui apenas dando-lhes ou fechando-lhes a circulação. Não importa. Na fecundidade do araque apura-se vantajosa singeleza, e a sensatez da inocência supera as excelências do estudo. Pelo que, terá de ser agreste ou inculto o neologista, e ainda melhor se analfabeto for.

Seja que, no sem-tempo quotidiano, não nos lembremos das e muitíssimas que foram fabricadas com intenção - ao modo como Cícero fez qualidade ("qualitas"), Comte altruísmo, Stendhal egotismo, Guyau amoral, Bentham internacional, Turguêniev niilista, Fracástor sífilis, Paracelso gnomo, Voltaire embaixatriz ("ambassadrice"), Van Helmont gás, Coelho Neto paredro, Ruy Barbosa egolatria, Alfredo Taunay necrotério; e mais e mais e mais, sem desdobrar memória. Palavras em serviço efetivo, já hoje viradas naturais, com o fácil e jeito e unto de espontâneas, conforme o longo uso as sovou.


De acordo, concedemos. Mas, sob cláusula: a de que o termo engenhado venha tapar um vazio. Nem foi menos assim que o dr. Castro Lopes, a fim de banir galicismos, e embora se saindo com processo direto e didático, deixadas fora de conta quaisquer sutilezas psicológicas ou estéticas, conseguiu por em praça pelo menos estes, como ele mesmo dizia, "produtos da indústria nacional filológica": cardápio, convescote, preconício, necrópole, ancenúbio, nosóculos, lucivéu e lucivelo, fádico protofonia, vesperal, posturar, postrídio, postar (no correio) e mamila. E, donde: palavra nova, só se satisfizer uma precisão, constatada, incontestada.


Verdade é que outros também nos objetam que esta maneira de ver reafirma apenas o estado larval em que ainda nos rojamos, neste pragmático mundo da necessidade, em que o objetivo prevale o subjetivo, tudo obedece ao terra-a-terra das relações positivas, e, pois, as coisas pesam mais do que as pessoas. Por especiosa, porém, rejeitamos a argumentação. Viver é encargo de pouco proveito e muito desempenho, não nos dando por ora lazer para nos ocuparmos em aumentar a riqueza, a beleza, a expressividade da língua. Nem nos faz falta capturar verbalmente a cinematografia divididíssima dos fatos ou traduzir aos milésimos os movimentos da alma e do espírito. A coisa pode ir indo assim mesmo à grossa.


E fique à conta dos tunantes da gíria e dos rústicos da roça - que palavrizam autônomos, seja por rigor de mostrar a vivo a vida, inobstante o escasso pecúlio lexical de que dispõem, seja por gosto ou capricho de transmitirem com obscuridade coerente suas próprias e obscuras intuições. São seres sem congruência, pedestres ainda na lógica e nus de normas. Veja-se o que diz Gustavo Barroso, no "Terra de Sol": "Subdorada" era o adjetivo que lhes exprimia a admiração. Não sei de onde o foram encontrar. No sertão há dessas expressões; nascem ninguém sabe como; vivem eternamente ou desaparecem um dia sem também se saber como." Confere. Pode-se lá, porém, permitir que a palavra nasça do amor da gente, assim, de broto e jorro: aí a fonte, o miriqüilho, o olho-d'água; ou como uma borboleta sai do bolso da paisagem?


Do que tal se infere serem os neologismos de um sertanejo desses, do Ceará ou de Minas Gerais, coisas de desadoro, imanejáveis, senão perigosas para as santas convenções. Se nem ao menos tão longe, mas por aqui, no Estado do Rio, nosso amigo Edmundo se surpreendeu com a resposta, desbarbadamente hermética, de um de seus meeiros, a quem perguntara como ia o milho: - "Vai de minerol infante." - "Como é?" - "Está cobrindo os tocos..." O que já pode parecer excessiva força de idéias.


Dito seja, a demais, que o vezo de criar novas palavras invade muitas vezes o criador, como imperial mania. Um contraventor do vernáculo, foi o fazendeiro Chico de Matos, de Dourados; coitado, morreu de epitelioma. Duas das suas se fizeram, na região: intujuspéctico, que quase por si se define - com o sentido de pretensioso impostor e enjoado soturno; e incorubirúbil, que onomatopeicamente pode parecer o gruziar de um peru ou o propagar-se de golpes com que se sacoleja a face límpida de uma água, mas que designa apenas quem é "cheio de dedos", "cheio de maçada", "cheio de voltas", "cheio de nós pelas costas", muito susceptível e pontilhoso. Não são de não se catalogar?


Já outro, contudo, respeitável, é o caso - enfim - de "hipotrélico", motivo e base desta fábula diversa, e que vem do bom português. O bom português, homem-de-bem e muitíssimo inteligente, mas que, quando ou quando, neologizava, segundo suas necessidades íntimas.


Ora, pois, numa roda, dizia ele, de algum sicrano, terceiro, ausente:


- E ele é muito hiputrélico...
Ao que, o indesejável maçante, não se contendo, emitiu o veto:
- Olhe, meu amigo, essa palavra não existe.
Parou o bom português, a olhá-lo, seu tanto perplexo:
- Como?!... Ora... Pois se eu a estou a dizer?
- É. Mas não existe.
Aí, o bom português, ainda meio enfigadado, mas no tom já feliz de descoberta, e apontando para o outro, peremptório:
- O senhor também é hiputrélico...
E ficou havendo.


PÓS-ESCRITO:
Confira-se o de Quintiliano, sobre as palavras:
"O mais seguro é usar as usadas, não sem um certo perigo cunham-se novas. Porque, aceitas, pouco louvor ao estilo acrescentam, e, rejeitadas, dão em farsa. Ousemos, contudo; pois, como Cícero diz: mesmo aquelas que a princípio parecem duras, vão com o uso amolecendo."


(ROSA, João Guimarães. Tutameia (Terceiras estórias). 5 ed. RJ, José Olympio, 1979.)

Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 23:40:57
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American Accent Training

 “A Guide to Speaking and Pronouncing American English, 2nd edition” [Audio Book + PDF Book]Ann Cook,

The second edition of the highly acclaimed American Accent Training, now on 5 audio CDs, is for foreign-born students and business people working, traveling or studying in the United States and Canada. Through extensive intonation and pronunciation exercises, students learn how to speak with a standard American Accent. At the same time, listening comprehension improves dramatically. Supplementary materials included detailed nationality guides for eight languages (Chinese, Japanese, Indian, Spanish, French, German, Russian and Korean), access to a comprehensive website, and referral to a qualified telephone analyst for an individual diagnostic speech analysis. Also included are colored markers for written exercises, and a mirror to practice accurate pronunciation.

 

American Accent Training (Book and Audio CD, 2nd Edition)

Download from Rapidshare.com :

Text PDF eBook (2 MB)

non OCR Original PDF (11 MB)

MP3 Audio Book Part 1

MP3 Audio Book Part 2

MP3 Audio Book Part 3

MP3 Audio Book Part 4

MP3 Audio Book Part 5



Categoria: Clássicas
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:53:34
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Rape me??? Leviatã In Utero -

Nesse dia, em 1588, nascia um dos grande filosofos ingleses. Thomas Hobbes, (morto em 1679). Sua obra mais famosa e a que eu li é Leviatã. Recomendo a leitura e um estudo mais detalhado deste Sir.  O assunto é sobre a natureza humana e os governos. E sua a tão conhecida máxima: "O homem é o lobo do homem." 

Citação de Hobbes

"Quando os HOMENS vivem sem uma AUTORIDADE para impor RESPEITO, a VIDA se transforma numa GUERRA de todos contra todos! Não há lugar nem para o TRABALHO, pois, seus frutos são incertos. E o que é pior: haverá sempre o MEDO e o GRANDE RISCO da morte violenta. A VIDA do HOMEM se torna pobre, triste, sem esperanças, BRUTA, e curta!"  e a mais famosa

MORRE em 1994 - Kurt Cobain, músico norte-americano (nascido em 1967). Eu tinha acabado de iniciar minha oitava série primária (9 ano do Ens. Fundamentall). Ouviámos sempre o grupo Nirvana nas emissoras FM da região e o sonho de consumo era ter cabelos longos e finos, um camisão de flanela e uma guitarra (ou um violão) por perto para justificar uma boa rodinha na rua até a madrugada...IN UTERO pulsava na veia e a canção RAPE ME era melancólica como essa geração. E de repente.......(fim)

Não comentarei minhas opinões sobre Courtney Love.



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 23:01:05
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4º Ciclo de Palestras na Galeria Olido

 

Vestibular e Literatura inicia ciclo na Galeria Olido

O ciclo Vestibular e Literatura inicia atividades, dia 5 de abril, às 10h, em novo local: a sala Olido, na Galeria Olido

As aulas ministradas por professores especializados em literatura são indicadas aos jovens candidatos ao vestibular das Faculdades Unicamp, PUC e USP. Os livros abordados em cada prova serão analisados pelos alunos. A obra Vida Secas, de Graciliano Ramos é a primeira a ser abordada.

Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida, Poemas Completos, de Alberto Caieiro, A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade, Iracema, de José de Alencar, Sagarana, de Guimarães Rosa, O velho da horta, de Gil Vicente e A cidade e as Serras, de Eça de Queirós completam o programa.

O encerramento do primeiro semestre, dia 14 de junho, fica por conta da obra de Machado de Assis, Dom Casmurro.

Os interessados devem chegar com 1 hora de antecedência. Informações pelos telefones: 3241-3459 ou 3256-5270 r: 206. Pelos e-mails aeaviviani@prefeitura.sp.gov.br ou dperelmutter@prefeitura.sp.com.br. Falar com Daisy Perelmutter ou Ana Elisa. A entrada de alunos será organizada por ordem de chegada com o limite de 300 pessoas. 

Serviço: Sala Olido – Galeria Olido. Av. São João, 473. Centro. Grátis

Programação completa abaixo

4º Ciclo de Palestras na Galeria Olido

  • 05/04Vidas Secas - Graciliano Ramos  - Prof. Carlos Eduardo Siqueira
  • 12/04 - Memórias Sargento Milícias - M.A Almeida Profª. Edilene Dias Matos
  • 19/04 - Poemas Completos - Alberto Caieiro - Prof. Fernando Segolin
  • 26/04 - A rosa do Povo - Carlos Drummond  - Profª Ana Maria Salles
  • 10/05 - Iracema - José de Alencar - Prof. Carlos Eduardo Siqueira
  • 17/05 - Sagarana - Guimarães Rosa - Prof. Erson Martins
  • 31/05 - O velho da horta - Gil Vicente - Prof. Fernando Segolin
  • 07/06 - A cidade e as Serras - Eça de Queirós - Profª Vera Bastazin
  • 14/06 - Dom Casmurro - Machado de Assis - Profª Maria Aparecida Junqueira

 

 



Categoria: literatura
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 17:47:14
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