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Blog de pr-off gallileo - Alberto Ribeiro Rosa Júnior -


USOS E NÃO-USOS DO ARTIGO DEFINIDO E INDEFINIDO

Não Tropece na Língua

No Brasil é grande a preocupação com a crase, mas poucas pessoas se dão conta de que conhecer bem o artigo é imprescindível para se fazer bom uso do acento indicativo de crase. O artigo é a palavra que introduz o substantivo, indicando-lhe o gênero (masculino/feminino) e o número (singular/plural).

O artigo definido – o, a, os, as – individualiza, determina o substantivo de modo particular e preciso. Designa um ser já conhecido do leitor ou ouvinte. Exemplos: 

 

O violino está desafinado. [referência a um instrumento específico, seja o meu ou o seu, enfim aquele já mencionado]

A lâmpada queimou. [a apontada ou a única no local]

Falei com os meninos. [meninos já conhecidos do falante]

Vimos as estrelas no telescópio. [as estrelas de que falávamos antes]

 

O artigo definido também é empregado para indicar a espécie inteira; isto é, usa-se o singular com referência à pluralidade dos seres: 

O homem é mortal.  [ = todos os homens] 

A acerola contém grande quantidade de vitamina C. 

Dizem que o brasileiro é cordial.

 

O artigo indefinido – um, uma, uns, umas – determina o substantivo de modo impreciso, indicando que se trata de simples representante de uma dada espécie. Designa um ser ao qual não se fez menção anterior. Exemplos: 

Um violino está desafinado. [um dentre os vários da orquestra] 

Uma lâmpada queimou. [uma das diversas existentes no local] 

Falei com um menino. [não é particularizado] 

Vimos uma estrela no telescópio. [uma representante da espécie] 

Marcos deve ter uns quarenta anos. [aproximação] 

 

Por questão de estilo, evita-se a utilização freqüente de um, uma. O abuso do artigo indefinido torna a frase pesada e deselegante. Observe nos períodos abaixo como certos artigos são desnecessários: 

A menina ganhou (uns) lindos brinquedos. 

Recebemos do interior de São Paulo (uns) pêssegos maravilhosos. 

O funcionário está respondendo a (um) processo por malversação de dinheiro. 

 "Sou muito feliz por ter (uns) pais como vocês", escreveu a criança. 

Ter (uma) boa saúde é fundamental. 

Colocar um coração de (um) babuíno em um recém-nascido foi (um) ato tão ousado quanto

atravessar o Atlântico a nado.

 

é mais elegante deixar fora o artigo indefinido antes de pronome de sentido indefinido, como "tal, certo, outro": 

Vi Laura em (uma) tal consternação que achei melhor ficar quieto. 

Encontrei (uma) certa resistência quando sugeri que discutíssemos o assunto em (uma) outra ocasião.  

Acabei não mencionando (um) outro caso interessante. 

 

Em alguns casos nem o pronome indefinido é necessário: 

A neve e o vento glacial alteraram a paisagem européia e não pouparam país.

 

Está certa a ausência do artigo, pois significa que nenhum país (da Europa) foi poupado no pior inverno dos últimos anos. é importante notar que a indefinição se faz mentalmente – não é preciso constar explicitamente o artigo ou o pronome indefinido. Caso a reportagem estivesse se referindo só à Inglaterra ou à Suécia, por exemplo, o redator teria escrito "não pouparam o país". 

 

Entretanto, o artigo indefinido é usado como reforço em expressões exclamativas:

Foi uma alegria te ver. O desfile foi um horror!


Vimos, acima, as regras gerais de emprego do artigo definido e indefinido. Há, no entanto, muito mais: o uso é variado e amplo. Normalmente nos guiamos pela intuição, mas é possível estabelecer algumas normas que presidem o uso ou a omissão do artigo. Vejamos caso a caso. 

- Só é possível comparecer ao baile com trajes de época.

"De época" é expressão usada para designar algo (fantasia, móvel, filme) que traz o estilo ou as características de determinado período (no passado). Com o artigo [da], seríamos obrigados a determinar qual a época.

-  (A) Maria da Graça pediu que você ligasse para ela.

O artigo junto ao nome de batismo da pessoa é facultativo: no Sul do Brasil é sempre usado, ao passo que em outras regiões dispensa-se o artigo sistematicamente. 

-  João Figueiredo pediu para ser esquecido.

Os nomes próprios de pessoas, quando usados por inteiro, não devem ter artigo; este no entanto poderá ser usado se com a pessoa mencionada houver familiaridade, real ou pretensa: Agradeci a ajuda da Nilcéa P. Lemos na elaboração da tese. Comprei um disco da Gal Costa.

-  Gostaria de descer o Amazonas até os Andes.

Usa-se o artigo com nomes próprios geográficos, nomes de países e de alguns Estados brasileiros (o Paraná, o Rio de Janeiro, a Bahia, o Rio Grande do Sul, o Espírito Santo etc.).

-  Visitarei Belo Horizonte e Salvador nos próximos dias.

Nomes de cidades prescindem de artigo. Há exceções: o artigo pode ser usado quando o nome da cidade deriva de um substantivo comum: o Rio de Janeiro, o Cairo, o Porto, sendo optativo em outros casos: (o) Recife, (a) Laguna (SC).

-  Finalmente visitarei a Ouro Preto dos meus sonhos.

Nomes de cidades passam a admitir o artigo desde que acompanhados de qualificação ("dos meus sonhos", neste caso).

- Sua Alteza casou com Dona Teresa Cristina. / Espero não ter interrompido V. Exa.

Não se usa artigo antes de pronomes pessoais e de tratamento.

 -  Falei com a srta. Ana, sua secretária, antes de vir procurá-la, senhora deputada.

Dentre as expressões de tratamento, senhor, senhora e senhorita são as únicas que admitem artigo, mas não quando vocativo, ou seja, quando nos dirigimos à própria pessoa.

 -  Santo Antônio é seu padroeiro e confidente.

Os adjetivos São, Santo e Santa, quando acompanhados de nome próprio, não admitem artigo; tampouco se articula Nosso Senhor e Nossa Senhora.

 -  Voltou para casa mais tarde do que de hábito. / Voltou para a casa dos pais depois da separação.

O artigo é omitido antes da palavra casa quando designa residência, lar. Mas não quando particularizada ou usada na acepção de prédio, estabelecimento.

 -  Finalmente estou em terra – já não agüentava o enjôo do navio.

Omite-se o artigo junto ao vocábulo terra quando em oposição a bordo, mar.

 -  Esteve em palácio por convocação do Governador.

Costuma-se omitir o artigo com a palavra palácio quando designa a residência ou o local de despacho de um chefe de governo. 

 -  Pagou R$ 4,00 o quilo da maçã. / Custa mil o metro.

O artigo é usado nas expressões de peso e medida com o sentido de "cada".

 -  O inverno brasileiro é moderado.

Usa-se o artigo com as estações do ano, exceto quando elas vêm precedidas de DE, significando "próprio de", como em "gosto do sol de inverno".

-  Hoje de manhã (o) meu carro custou a pegar.

é indiferente o emprego do artigo antes de possessivos acompanhados de substantivos.

 -  Aquele carro que acharam é (o) meu.

Em função substantiva (isto é, no lugar do substantivo), o possessivo tem um sentido quando acompanhado de artigo (o meu carro = o único que possuo), e outro sentido sem o artigo ("é meu" denota uma simples idéia de posse).

 -  Quem não tem suas dificuldades?

Dispensa o artigo o pronome possessivo usado em expressões com o valor de "alguns".

 -  Vem cá, meu amor.

Quando o possessivo faz parte de um vocativo, não admite o artigo.

 -  Dou em meu poder seu ofício de 15 de setembro.

O artigo é omitido com o possessivo em certas expressões feitas: em nosso poder, a seu bel-prazer, por minha vontade, a seu turno, a meu modo, em meu nome, a seu pedido.

 -  Sal, pimenta e açúcar devem ser usados em quantidades moderadas.

Omite-se o artigo antes de palavras de sentido geral, indeterminado.

 -  Você tem razão em não dar confiança ao rapaz, pois ele só disse mentiras.

Não se usa o artigo antes de substantivos abstratos, em expressões que não contêm nenhuma determinação.

 -  Apresentou-se na festa com o marido e o irmão.

Normalmente se repete o artigo para evitar ambigüidade, pois sem ele os dois substantivos podem designar o mesmo ser. Não seria o caso acima, porque irmãos não se casam, mas fica diferente agora: Admiro o meu irmão e amigo (uma só pessoa). Admiro o meu irmão e o meu amigo (duas pessoas).

 -  Já não se estuda Latim nas escolas.

Dispensam o artigo as matérias de estudo empregadas com os verbos ensinar, aprender, estudar e equivalentes.

Regência do verbo pedir

 A professora pediu silêncio aos alunos.

 Ela pediu que fizéssemos silêncio.

 A professora pediu à diretora para se ausentar mais cedo.

Numa frase como "a professora pediu para que fizéssemos silêncio", de acordo com a gramática normativa, a preposição "para" não se justifica; ela só deve ser usada com o verbo pedir quando está implícita a palavra permissão ou licença. Portanto, "ela não gostou quando lhe pedi para sair da sala" significa "quando lhe pedi [permissão] para [eu] sair". Se fosse para a professora sair, a frase seria diferente: "quando lhe pedi que [ela] saísse da sala".

 Pedi para o chefe assinar os papéis. [informal]

 Pedi que o chefe assinasse os papéis. [formal]

Embora na linguagem coloquial se use a construção "Ela pediu para eu sair", a forma gramatical requer o uso do subjuntivo: "Ela pediu que eu saísse".

·         Maria Tereza de Queiroz Piacentini - Diretora do Instituto Euclides da Cunha e autora dos livros "Só Vírgula", "Só Palavras Compostas" e "Língua Brasil - Crase, pronomes & curiosidades" - www.linguabrasil.com.br

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Para contatar a equipe RESENHAS: resenhas@resenhas.com



Categoria: gramática
Escrito por prof. gallileo às 12:22:08
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Serei honesto só por sacanagem!

Desabafo poético de Elisa Lucinda na voz de Ana Carolina. Confira:

Escrito por prof. gallileo às 20:57:13
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Orações Subordinadas adjetivas

São aquelas que têm o valor e a função de um adjetivo (sempre se referem a um substantivo ou pronome da oração principal)
São iniciadas por pronomes relativos: que, quem, o qual, cujo,...
- Dicas:  Pronome relativo:
                   - Tente substituir o pronome por "o qual (is) " para confirmar se ele é ou não relativo.
                   - O pronome relativo exerce uma função sintática.
Ex: Admiramos alunos estudiosos   
®
   Admiramos alunos que estudam
                                       adjetivo                                 Oração subordinada adjetiva.

  1. Orações subordinadas adjetivas Restritivas:
    - Restringem ou limitam a significação do nome a que se refere.
    - Não são separadas por vírgulas.
    - Funcionam como adjunto adnominal de um nome da oração principal.
    Ex: Os homens que fumam vivem pouco. (O.S. Adjetiva Restritiva)
          Havia ali crianças pedindo esmola. (O.S. Adjetiva Restritiva Reduzida de gerúndio)
  2. Orações Subordinadas Adjetivas Explicativas:
    - Indicam uma simples explicação ou detalhe do nome a que se refere.
    - Vêm sempre separadas por vírgulas.
    - Funcionam como aposto (entre vírgulas) de um nome da oração principal.
    Ex: O Sol, que é uma estrela, é o centro do nosso sistema planetário.
  • As orações subordinadas adjetivas e a vírgula:
    - Já vimos que as orações adjetivas explicativas são separadas por vírgulas, mas as adjetivas restritivas não.
    - O
    emprego, ou não, das vírgulas com as orações adjetivas gera frases de sentidos toalmente diferentes. Compare:
    Os balões que subiam eram aplaudidos pelas crianças. (restritiva)
    Os balões, que subiam, eram aplaudidos pelas crianças. (explicativa)
    - Apesar de terem a mesma estrutura, esses períodos têm sentidos bem diferentes. Note que no período primeiro, entende-se que nem todos os balões subiam, apenas uma parte deles é que subia. E só os que subiam eram aplaudidos. A oração "que subiam"é, portanto,  adjetiva restritiva.
    - Já no período segundo, entende-se que todos os balões subiam e todos eram aplaudidos pelas crianças. A oração "que subiam" é, portanto, adjetiva explicativa.



Categoria: gramática
Escrito por prof. gallileo às 16:30:05
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O prazer do texto...

"Clássicos. Cultura, quanto maior mais cultura houver, maior, mais diverso será o prazer.

Inteligência. Ironia. Delicadeza. Euforia. Domínio. Segurança: arte de viver.

O prazer do texto pode definir-se por uma prática, sem nenhuma repressão:

lugar e tempo de leitura..."

(Roland Barthes, In O prazer do texto.)



Categoria: literatura
Escrito por prof. gallileo às 01:14:45
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Internacionalização da Amazônia -???

- Internacionalização da Amazônia -

Durante debate ocorrido no mês de Novembro/2000, em uma Universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do Distrito Federal, Cristovam Buarque (PT), foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. O jovem introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Segundo Cristovam, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como o ponto de partida para a sua resposta:

        "De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a   internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado

          Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou
de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.

         Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam  pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.

        Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa."

(*) Cristóvam Buarque foi governador do Distrito Federal (PT) e reitor da Universidade de Brasília (UnB), nos anos 90. É palestrante e humanista respeitado mundialmente.



Escrito por prof. gallileo às 14:14:13
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Kubrik

Obras Primas do Cinema -

Recentemente vi na revista Cult - (tem versão online) . Creio já ter comentado com os alunos do Sta. Joana sobre este diretor.

Laranja mecânica (1971), Kubrick trata de outra das distopias possíveis, associada ao futuro, desta vez não se referindo a máquinas que saem do controle, mas aos próprios seres humanos, incapazes de dominar seus instintos. Agora é a violência sem controle, tal como conhecemos hoje nas grandes cidades e, por paradoxo, as formas de combatê-la, por um tipo de "tratamento psicológico" radical, conhecido nos laboratórios como condicionamento aversivo. Mas é também a plasticidade e a força das imagens que impressionam aqui, com sua aceleração e desaceleração de cenas de tortura e de estupro. O filme foi proibido no Brasil durante a ditadura militar

FONTE: <Revista Cult>



Categoria: cinema
Escrito por prof. gallileo às 14:38:42
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aulas que eu preciso saber na palma da mão...ESTUDANDO...ESTUDANDO

Funções da Linguagem. Tipos de texto (narração, descrição e dissertação). Correspondências e Redação Técnica.

 

 Coesão e coerência no texto dissertativo . O amor no Romantismo e no Realismo . Intertextualidade em O ano da morte de Ricardo Reis, de José Saramago

 



Escrito por prof. gallileo às 13:40:59
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9° ano - aula da professora ANA. teresa martin

 
Discutir a questão de que não basta apenas ter vontade de trabalhar, é preciso saber como trabalhar e a dificuldade do primeiro emprego.
 
— Muito bom dia, senhora,
que nessa janela está;
sabe dizer se é possível
algum trabalho encontrar?
— Trabalho aqui nunca falta
a quem sabe trabalhar;
o que fazia o compadre
na sua terra de lá?
— Pois fui sempre lavrador,
lavrador de terra má;
não há espécie de terra
que eu não possa cultivar.
— Isso aqui de nada adianta,
pouco existe o que lavrar;
 
MORTE E VIDA SEVERINA - JOAO CABRAL DE MELO NETO...
 
ATIVIDADE:
Escreva um texto dissertativo sobre a dificuldade do jovem no mercado de trabalho. (dia 8/11). Atividade em sala, na aula da Ana


Escrito por prof. gallileo às 22:19:55
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Regência Nominal - 2EM - TERESA MARTIN

Regência Nominal é o nome da relação entre um substantivo, adjetivo ou advérbio transitivo e seu respectivo complemento nominal. Essa relação é intermediada por uma preposição.

No estudo  da regência nominal, deve-se levar em conta que muitos nomes seguem exatamente o mesmo regime dos verbos correspondentes.

Conhecer o regime de um verbo significa, nesses casos, conhecer o regime dos nomes cognatos.

Fonte: <http://www.brasilescola.com/gramatica/regencia-nominal.htm>

- alheio a, de  - liberal com
- ambicioso de  - apto a, para       
- análogo a - grato
- bacharel em   - indeciso em 
- capacidade de, para  - natural de
- contemporâneo a, de    - nocivo a 
- contíguo      - paralelo
- curioso a, de   - propício a
- falto de    - sensível
- incompatível com   - próximo a, de 
- inepto para - satisfeito com, de, em, por 
- misericordioso com, para com  - suspeito de 
- preferível - longe de 
- propenso a, para    - perto de 
- hábil em  - perto de 

 



Escrito por prof. gallileo às 23:30:11
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O seminário. parte I

Organização prévia:

Alguns tópicos são importantes que o aluno tenha em mente antes de se propor a apresentar um seminário.

 

  • Resolvi após uma aula no ensino fundamental 2, em que uma aluna me comentou que não poderia ter feito um seminário melhor por não saber montar um seminário, redigir esse pequeno material para auxiliá-la e até mesmo servir como uma aula. Estes são os passos primários antes da apresentação.

BOA LEITURA

 

1) Temas e Grupos

A primeira coisa a se fazer é escolher os grupos e dividir (escolher) os temas. Permitir que os alunos escolham os temas pode ajudar  no processo de evolução da atividade.

 Quando se tratar de assunto específico, o professor poderá permitir que seja abordado um fato curioso, interessante ou peculiar de tal assunto. A divisão em grupos também deve ser democrática, contudo, há uma tradição de que os grupos acabam se fechando nas panelinhas, isto poderá prejudicar o andamento e qualidade da apresentação.

 

2)Pesquisa

2.1) Pesquisar em livros; (Jamais deixar de buscar em livros e enciclopédias)

2.2) Pesquisar na Internet; ( O uso da  internet não deve ser único, pois a pesquisa prevê buscar em vários meios)

    2.2.1) Salvar os links das páginas visitadas e consultadas para compor a bibliografia;

2.3)Pesquisar jornais, revistas, vídeos, dvds.( Como forma de acrescentar curiosidades)

2.4) Se a pesquisa se mostrar sem pé nem cabeça, entrar em contato urgente com professor para não apresentar um  trabalho “Frankstein” .

 

3) Notas  (Brainstorm)

Anotar tudo que for útil para comentar ou fazer na apresentação.

Esta fase dever ser feita com o grupo todo. As anotações devem ser claras, objetivas e sucintas. Todas as opinões devem ser ouvidas e discutidas, por isso, tenham paciência nesta fase e evitem trocar de grupos antes concluir o trabalho.

 

4) Roteiro e esquema

Espera-se que após as reuniões de grupo para "Notas" já se tenha uma idéia do que vai ser apresentado. A partir disto, os alunos podem começar a montar os esquemas de apresentação.

*Bolar um pequeno roteiro da apresentação.

*Ordem dos apresentadores, ordem dos assuntos – COMEÇO, MEIO E FIM.

 

5) Seleção e Organização das Informações

Os alunos devem se preocupar em como serão dispostas as informações.

Deixar para resolver na sala é muito perigoso. Todos devem saber a ordem pré-estabelecida.

Se possível aproveitar as ordens cronológicas dos próprios temas.

 

6) Ensaio

 Esta parte é importante, pois sem ensaio fica impossível saber se todos do grupo estão afiados com a matéria. O outro fator importante é preparar o grupo para dividir melhor o tempo que dispõe. Evitar que aqueles que gostam de falar atropelem o tempo e que aqueles não gostem conclua antes do esperado.

 

AMANHÃ - Postarei a segunda parte deste trabalho e junto dele uma pequena bibliografia.

 



Escrito por prof. gallileo às 23:24:14
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