Blog de pr-off gallileo


Devido às dificuldades que tenho enfretado por conta dos serviços da bol, resolvi descontinuar este blog. No entanto, darei continuidade ao meu chorrilho pela blogger.

grato pelo anos aqui postados. E visitem

 

osalseiro.blogspot.com



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 11:20:24
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


um braço de distância.

Agora que eles têm um poder aquisitivo maior, deveriam ler a cartilhinha da CEF para recuperar os ensinamentos.

_Um braço de distância! eu DIS-SE : _Um bra-ço de dis-tân-cia! O senhor está muito perto de mim, vai para trás.

Depois era eu que era ruim.

Fonte: <http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1216074-caixa-faz-guia-de-bons-modos-para-brasileiros-nos-eua.shtml>

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 08:06:25
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


}}} bbb13 {{{{

 

Sempre me causou estranheza ver Bial, o apresentador do programa BBB, referir-se aos  participantes como se fossem heróis. Então resolvi postar, no meu velho é bom blog, uma listinha de heróis verdadeiros da história da humanidade. Se você tiver paciência, leia um pouquinho sobre cada um deles.

HERÓI 01: Sargão da Acádia - Será que algum personagem global terá competência para fazer o que este homem fez em vida?

Fonte:

<http://www.historyguide.org/ancient/sargon.html> Inglês

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Sarg%C3%A3o_da_Ac%C3%A1dia> Português.>

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 00:52:41
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Maquiavel Pedagogo

Preço Unitário (Un): R$29,00


Autor: Pascal Bernardin

Descrição:
Quais são as razões da profunda crise na escola? É possível encontrar uma espécie de vírus no gene de nossa sociedade e de nosso sistema educativo? Podemos concluir que é urgente uma redefinição do papel da escola e de suas prioridades?

Inúmeros pais e educadores, testemunham, estupefatos, a revolução em curso. Interrogam-se sobre as profundas mutações que de forma acelerada vêm ocorrendo em nosso sistema educativo. Porém, nenhum governo, seja de direita ou de esquerda, vem à público esclarecer os fundamentos ideológicos dessas constantes reformas no ensino e tampouco se preocupam em apresentar, de forma clara, as coerências e os objetivos dos métodos adotados.

Mas ainda que tudo nos pareça muito obscuro, podemos encontrar todas as respostas na filosofia da revolução pedagógica que se expõe, em termos explícitos, nas publicações dos organismos internacionais como a Unesco, a OCDE, o Conselho da Europa, a Comissão de Bruxelas e tantas outras. Apoiando-se sobre textos oficiais desses organismos, Pascal Bernardin mostra detalhadamente que o objetivo prioritário da escola atual não é mais possibilitar aos alunos uma formação intelectual e muito menos fazê-los adquirir conhecimentos elementares. O que se pretende com a redefinição do papel da escola é torná-la nada mais do que
o instrumento de uma revolução cultural e ética destinada a modificar os valores, as atitudes e os comportamentos das pessoas em escala mundial. As técnicas de manipulação psicológica, que não se distinguem muito das técnicas de lavagem cerebral, estão sendo utilizadas de forma maciça. Naturalmente, os alunos são as primeiras vítimas porém, os educadores e também o pessoal administrativo – diretores, pedagogos e até mesmo inspetores – não estão sendo poupados.

Essa revolução silenciosa, antidemocrática e totalitária, quer fazer dos povos meras massas ignorantes e totalmente submissas à classe governante. Ela ilustra, de maneira exemplar, a filosofia manipuladora e ditatorial que tem abrigo na chamada Nova Ordem Mundial. Tal filosofia é imposta por meio de ações sutis e indiretas, porém poderosíssimas, gerando resultados catastróficos à inteligência humana.

Portanto, o que o leitor verá exposto neste livro é alto terrivelmente sério. Trata-se de uma análise minuciosa de tudo aquilo que está exposto nos documentos oficiais dos mais célebres organismos internacionais. E, embora documentos públicos, causa estranhamento o silêncio mortal que paira sobre eles. Certamente porque quando lidos, revelam-se uma verdadeira síntese do que é a escravidão.

 

FONTE<www.ecclesiae.com.br>



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 00:04:30
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


ligando na clínica de dor.

                                                            PEÇA {{peças que os telefonemas pregam em nós}}

ATO 1 e único

 

EU: _Alô, é da clínica?

ELA:_ Sim, em que posso estar ajudando?

EU: _Minha esposa está com dores e precisa de uma consulta p...

Interrompendo-me replica. ELA:_Ela já é paciente (entenda-se cliente) da clínica?

EU: _ Ainda não. Eu gost....

ELA:_ Consultas só vamos estar tendo a partir de 21 de fevereiro.

EU: _ Mas até lá ela já morreu de dores.

ELA: _ pigarreando...pois é....tum, tum, tum...

 

Irônico! a vida moderna goza do status de usar a ciência para o bem-estar a todo momento.

Os médicos propagandeiam a salvação pela medicina.

E no fim, recebo um pois é! Tenha a santa paciência....

**********************************************************************

Começo a suspeitar que a modernidade e a  pós modernidade não deram certo.



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 13:33:41
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 

Segue uma indicação de texto para refletirmos sobre a liberdade. Boa leitura.

Sobre a Liberdade - Albert Einstein.

DOWNLOAD >>>>

 

 



Categoria: literatura
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 11:51:28
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 
 

]]- PROFISSÃO DE FÉ -[[ Olavo Bilac *

                                         Le poète est ciseleur,
                                         Le ciseleur é poète.
                                                       Victor Hugo



Não quero o Zeus Capitolino
     Hercúleo e belo,
Talhar no mármore divino
     Com o camartelo*.

Qu outro --não eu-- a pedra corte
     Para, brutal,
Erguer de Atene** o altivo porte
     Descomunal.

Mais que êsse(sic) vulto extraordinário,
     Que assombra a vista,
Seduz-me um leve relicário
     De fino artista.

Invejo o ourives quando escrevo:
     Imito o amor
Com que êle(sic), em ouro, o alto-relêvo(sic)
     Faz de uma flor.

Imito-o. E, pois, nem de Carrara
     A pedra firo:
O alvo cristal, a pedra rara,
     O onix(sic) prefiro.

Por isso, corre, por servir-me,
     Sôbre (sic) o papel
A pena, como em prata firme
     Corre o cinzel.

Corre; desenha, enfeita a imagem,
     A idéia (sic) veste:
Cinge-lhe ao corpo a ampla ropagem
     Azul celeste.

Torce, aprimora, alteia, lima
A frase; e, enfim,
No verso de ouro engasta a rima,
     Como um rubim.

Quero que a estrofe cristalina,
     Dobrada ao jeito
Do ourives, saia da oficina
     Sem um defeito:

E que o lavor do verso, acaso,
     Por tão sutil,
Possa o lavor lembrar de um vaso
     De Becerril**.

E horas sem conto passo, mudo,
     A olhar atento,
A trabalhar, longe de tudo
     O pensamento.

Porque o escrever --tanta perícia,
     Tanta requer,
Que ofício tal... nem há notícia
     De outro qualquer.

Assim procedo. Minha pena
     Segue esta norma,
Por te servir, Deusa serena,
     Serena Forma!

Deusa! A onda vil, que se avoluma
     De um tôrvo mar,
Deixa-a crescer, e o lôdo e a espuma
     Deixa-a rolar!

Blasfemo, em grita surda e horrendo
     Ímpeto, o bando
Venha dos Bárbaros crescendo,
     Vociferando...

Deixa-o: que venha e uivando passe
     --Bando feroz!
Não se te mude a côr da face
     E o tom da voz!

Olha-os sòmente, armada e pronta,
     Radiante e bela:
E, ao braço o escudo, a raiva afronta
     Dessa procela!

Êste que à frente vem, e o todo
     Possui minaz
De um Vândalo ou de um Visigodo***
     Cruel e audaz;

Êste, que, de entre os mais, o vulto
     Ferrenho alteia,
E, em jacto, expele o amargo insulto
     Que te enlameia:

É em vão que as forças cansa, e à luta
     Se atira; é em vão
Que brande no mar a maça bruta
     À bruta mão

Não morrerás, Deusa sublime!
     Do trono egrégio
Assistirás intacta ao crime
     Do sacrilégio

E, se morreres porventura,
     Possa eu morrer
Contigo, e a mesma noite escura
     Nos envolver!

Ah! ver por terra, profanada,
     A ara**** partida;
E a Arte imortal aos pés calcada,
     Prostituída!...

Ver derribar do eterno sólio
     O Belo, e o som
Ouvir da queda do Acropólio,
     Do Partenon!...

Sem sacerdote, a Crença morta
     Sentir, e o susto
Ver, e o extermínio, entrando a porta
     Do templo augusto!...

Ver esta língua, que cultivo,
     Sem ouropéis,
Mirrada ao hálito nocivo
     Dos infiéis!...

Não! Morra tudo que me é caro,
     Fique eu sòzinho!
Que não enontre um só amparo
     Em meu caminho!

Que a minha dor nem a um amigo
     Inspire dó...
Mas, ah! que eu fique só contigo,
     Contigo só!

Vive! que eu viverei, servindo
     Teu culto, e, obscuro,
Tuas custódias esculpindo
     No ouro mais puro.

Celebrarei o teu ofício
     No altar: porém,
Se inda é pequeno o sacrifício,
     Morra eu também!

Caia eu também, sem esperança,
     Porém tranqüilo,
Inda, ao cair, vibrando a lança,
     Em prol do Estilo!
 
Rio de Janeiro, julho 1886.


* = Atena, deusa grega da sapiência, da inteligência e da guerra.
** = Famoso artesão.
*** = Vândalos, povos bárbaros que devastaram o norte da África no século V, onde fundaram um reino: Os visigodos conquistaram Roma, Gália e parte da Espanha, até o serem, npo ano de 711, dominados pelos árabes.
**** = Altar para hóstia e o cálice.

(sic) Manteve-se a ortografia do livro original;



Os comentários N.E. foram retirados desta obra -> (VÁRIOS AUTORES. Parnasianismo, São Paulo: HARBRA, 2010.) Clássicos da Literatura Brasileira.



Categoria: literatura
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 09:10:31
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 Li, de supetão, este livro em 1999.  Lembro-me que foi sufocante a vontade de chegar ao fim do livro. Trata-se de um diário de bordo, recheado de ensaios sobre a cultura grega, helenista e porque não, da cultura ocidental. Este que foi um dos pilares da sociedade moderna, o qual tem sido duramente aviltado e arrasado, mas teve na obra de Peter Bamm um suspiro que revigora.

Fica a indicação: Foi através deste livro que aprendi sobre ::: Heinrich Schliemann :::

 



Categoria: Clássicas
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 20:14:25
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 
 

{[curiosidade da língua portuguesa]}

Sobre os substantivos, há aqueles que me chamam atenção quanto à FLEXÃO em gênero.  São eles:

(masc.) Capitari (fem.) tartaruga;
(masc.) Guaiamu (fem.) pata-choca;
(masc.) Macharão (fem.) Onça;
(masc.) Rinoceronte (fem.) abada;
(masc.) Varão (fem.) Virago;
(masc.)  Grou (fem.) Grua;
(masc.) Elefante (fem.) Elefanta, aliá;

(masc.) cupim (fem.) arará;
(masc.) Bispo (fem.) Epsicopisa;
(masc.) Caxaréu (fem.) Baleia
E por fim, não menos importante, segue o feminino de meu nome. Achei graça.
(masc.) Alberto  (fem.) Albertina; (Biblioteca da Língua Portuguesa, vol. 4, Flexão e Classificação das Palavras, Alpheu Tersariol: 1971)

 



Categoria: gramática
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 18:56:22
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 

Os poucos versos que aí vão

Em lugar de outros é  que os ponho

Tu que me lês, deixo ao teu sonho

Imaginar como serão.

("versos Escritos Nágua", Bandeira)

 



Categoria: literatura
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 18:33:10
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


R.E.M. - It's The End Of The World



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 00:00:23
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


end of the world.

o mundo não só não acabou como também trouxe-me lembranças da minha adolescência. a Rádio 89,1 - a rádio rock - voltou.

primeira música que ouvi tocando nesta versão foi : 23:30 - Fear of the dark - Iron Maiden...



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 23:39:11
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Vi uma estrela tão alta,
Vi uma estrela tão fria!
Vi uma estrela luzindo
Na minha vida vazia

Era uma estrela tão alta!
Era uma estrela tão fria!
Era uma estrela sozinha
Luzindo no fim do dia.

Porque (sic) da sua distância
Para a minha companhia
Não baixava aquela estrela?
Porque (sic) tão alto luzia?

E ouvi-a na sombra funda
Responder que assim fazia
Para dar uma esperança
Mais triste ao fim do meu dia.


Categoria: literatura
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 16:27:06
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 
 

(Dispersão, Dispersão, 1914, Mário de Sá Carneiro)

Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.

Passei pela minha vida
Um astro doido a sonhar.
Na ânsia de ultrapassar,
Nem dei pela minha vida.

Para mim é sempre ontem,
Não tenho amanhã nem hoje:
O tempo que aos outros foge
Cai sobre mim feito ontem.
*****
O pobre moço das ânsias...
Tu sim, tu eras alguém!
E foi por isso também
Que te abismaste mas ânsias...

A grande ave dourada
Bateu asas para o céus,
Mas fechou-as saciada
Ao ver que ganhava os céus.

Como se chora um amante,
Assim me choro a mim mesmo:
Eu fui amante inconstante
Que se traiu a si mesmo.

****
* *Paris 1913 – Maio
*



Categoria: literatura
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 16:26:14
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 
 

efomm 2013 - SHIPPING INDUSTRY FACES NEW RISKS, SAYS ALLIANZ.

 

 

SHIPPING INDUSTRY FACES NEW RISKS, SAYS ALLIANZ.

Increasing ship sizes, human error and the challenge 

of shipping in arctic waters are among the biggest 

risks facing the modern maritime industry, according 

to Allianz Global Corporate and Speciality.

The challenge of shipping in arctic waters is among 

the biggest challenges facing the modern maritime 

industry, the report said.

Marking 100 years since the sinking of Titanic, 

the insurers yesterday published a report which noted 

that, while the world commercial shipping fleet has 

trebled to over 100,000 vessels over that 

period, overall shipping loss rates have declined 

significantly. (In 1912, they were one ship per 100 per 

year; in 2009 they had fallen to one ship per 670 per

year).

Despite this,  Safety and shipping 1912-2012: 

from Titanic to Costa Concordia, based on research 

from Cardiff University, said the industry faced several 

key challenges. These include the growing trend to 

‘super-size’ ships and cost pressures which are 

forcing ship-owners to source crews from emerging 

economies where training standards can be 

inconsistent.

Other emerging risks include reduced crew numbers, 

which can compromise safety and encourage human 

error, increasing bureaucracy on board ships and the 

increased threat of piracy in Somalia and elsewhere. 

The emergence of ‘ice shipping’ and its associated 

navigational and environmental complications also 

poses a risk, the report said.

Dr. Sven Gerhard, AGCS’s global product 

leader for hull & marine liabilities, said the industry 

needed to address the new risks facing them 

proactively.

For example, ultra-large ships pose challenges 

for insurers due to their sheer size and value, 

while others raise concerns on structural integrity 

and failure. While scale alone does not make 

these ships riskier, the increased sizes introduce

specific risks that need to be addressed, such 

as salvage and recovery considerations and 

emergency handling, he said.

AGCS noted that, despite hundreds of years 

of improvements in safety, human error remained 

a challenge. According to the report, over 75% 

of marine losses can be attributed to a wide 

range of ‘human error’ factors, including fatigue, 

inadequate risk management and competitive 

pressures, as well as potential deficiencies in

training and crewing levels.

Dr. Gerhard: said: ‘As technological 

improvements reduce risk, so does the weakest 

link in the system – the human factor – become 

more important. This is where the industry

should focus most closely, so that best practice 

risk management and a culture of safety becomes 

second nature across the world fleet.’

Allianz did, however, note that major accidents 

have often been the catalysts for key changes 

in maritime industry safety. In light of this, Dr. 

Gerhard said the Costa Concordia disaster earlier 

this year was likely to be ‘no different’, 

regardless of the outcome of investigations into 

the incident itself.

(The Actuary Newsdesk: Nick Mann 27/Mar 2012)

 

 



Categoria: Inglês
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 19:51:25
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


spoke in our wheel

yesterday our class almost finished early because we felt a earthquake and that put a spoke in our wheel .



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 23:58:00
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 
 

msm - enem arte e cultura

Boa-tarde, senhores alunos do terceiro médio - CERMAC-2012.

Abaixo disponho o "link" do aúdio em mp3 da aula que ouvimos e comentamos nas aulas de Enem-Arte e Cultura.

Memórias de Um Sargento de Milícias - MP3

é a única obra do escritor. Publicada inicialmente em folhetins no importante jornal Correio Mercantil, entre 1852 e 1953, com o pseudônimo "um brasileiro", saiu em 1854 em forma de romance. O livro foi sucesso de público, mas não de crítica, que apontou o mau gosto das cenas e da linguagem. O estranhamento dos críticos se deve à originalidade da obra comparada com a produção em prosa publicada na mesma época por outros autores. Embora escrita no auge do romantismo brasileiro (só se ter uma idéia, O Guarani saiu em 1857), a narrativa, o tema e a concepção dos personagens de Manuel Antônio de Almeida não se encaixam na cartilha do romantismo. Memórias de um Sargento de Milícias é um romance inusitado, único no quadro geral das obras desse movimento literário.

Manuel Antônio de Almeida é um nome singular na literatura brasileira. Autor de um único livro, ele introduziu um novo tipo de romance entre nós.

O autor (1830-1861) nasceu no Rio de Janeiro, veio de uma família humilde e enfrentou dificuldades econômicas para freqüentar a Escola de Belas-Artes e, depois, a faculdade de medicina, onde se formou em 1855. Com a morte dos pais, teve de abandonar a profissão de médico para cuidar dos três irmãos e acabou se dedicando ao jornalismo. Foi diretor da Tipografia Nacional. Morreu aos 30 anos, vítima do naufrágio do Vapor Hermes, quando estava em campanha política para o cargo de deputado.

Adaptação Livre de: Anette Lomaski
Direção: Helena Bagnoli
Personagens/Elenco: Rosi Campos (narradora), Carlos Ribeiro (Leonardo Pataca/Padrinho/O Barbeiro/Convidado da Festa), Jorge Cerruti (Major Vidigal/Padre/Marujo), Gustavo Machado (Menino Leonardo/Leonardo), Claudia Borioni (D. Maria/Maria das Hortaliças/Parteira), e Natalia Barros (Luisinha/Maria Regalada)
Música/Tratamento Sonoro/Produção Fonográfica: Lívio Tragtenberg e Cid Campos
Produção: Mika Winiaver
Capa: Carolina Ferman
Ilustração de Capa: Cris & Jean



Categoria: literatura
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 17:06:24
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 
 

afa

 

Air Force One

Learn about Air Force One, watch a test flight of a new aircraft, & improve your speaking, vocabulary, & listening, with this ESL / EFL / English lesson. Watch Dave speak at the Pentagon. You just might have a laugh too!



Categoria: Inglês
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 00:46:14
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


grt

teste



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 09:21:39
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


In the contest over who or what inspired the most bad jokes this year, it's a neck-and-neck race between Monica Lewinsky and Viagra, with Pamela Anderson a distant third. Otherwise, the impotence pill that was introduced last April has been a bit of a letdown, if only because expectations were so inflated by the drug's initial hype. After racking up nearly $100 million in sales in its first month on the market--making Viagra the fastest-selling new drug ever, outpacing previous phenoms like Prozac--sales have steadily slumped to just over $40 million in October.

In part the downturn may have been a response to the news that upwards of 130 men have died while using Viagra, the majority from heart attacks. The drug hasn't been formally implicated in those fatalities--given its older-skewing patient base, one would expect a certain overlap between Viagra users and the dead--but the FDA issued new guidelines last month saying doctors should be wary of prescribing it to patients with heart conditions or high blood pressure. Because of its vision-disturbing side effects, the drug has also been suspected of contributing to at least one plane crash. Indeed, a Federal Aviation Administration pamphlet recommends a prudent "six hours from Viagra to throttle."

Still, the news about Viagra is mostly happy. It works for many men, and Pfizer, the manufacturer, estimates that 5 million prescriptions have been written. The company's stock has risen from 75 11/16 in January to 116 as of last Friday (slightly down from its peak of 121 3/4). Sales may get a boost when a new ad campaign begins next year featuring that charismatic pitchman Bob Dole.

 

 



Categoria: Inglês
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 20:25:55
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


The more I know about people, the better I like my dog.” – Mark Twain


 

http://www.sidneyrezende.com/editoria/viralata

Olá, gente! Meu nome é Bob, sou um cão SRD, vulgo vira-lata e moro na rua. Todos os dias vejo muitas pessoas, algumas  boas, outras nem tanto. Os mais humildes são os que me têm com mais carinho, nada me dão e nada esperam de mim. Só nós restam carinho e respeito mútuo.
Estou aqui para lhes falar que meus longos anos de rua fez-me ficar muito ressabiado com este tal bicho homem. Eles se matam, brigam por mais dinheiro, mal-tratam os seus semelhantes, mesmo parecendo nada lhes faltar.
Eu, se soubesse escrever e tivesse acesso à rede mundial de computadores, denunciaria os mal-tratos infligidos de homens contra os próprios homens.
Vocês não vão acreditar, há alguns dias, vi uma mãe explorando seu filho no farol para que conseguissem algum dinheiro. Como o moleque nada trouxe, ele ganhou uma bela surra e não teve direito a comer  daquilo  que ela se deliciava, um pacote de salgadinhos.

Vi na tv do bar, um repórter levando tiro, enquanto filmava os traficantes na favela. Espero que todos que saibam como usar o face ou orkut, tenham feito campanhas pelo fim da impunidade, pela caça dos assassinos de homens trabalhadores.
A tardinha, quando os bêbados começam a chegar nos botecos, eles assistem à tv num canal feio. Eles ficam vendo sobre bandidos que invadem as casas, estupram as mulheres e roubam os direitos de viver por nada. Fico estarrecido.

Alguns dividem o pouco que têm comigo. Hoje foi metade de uma coxinha.
Meus filhotes moram na rua, hoje cada um mora numa praça, mas a gente se tromba de quando em quando. Eles estão bem. Vocês acreditam que os homens jogam seus filhos pela janela dos prédios? Não? Nem eu!

Ah! Alguns pais permitem que seus filhos andem em péssimas companhias, mesmo que isso custe a vida de seus amados. Depois o bicho irracional sou eu!

Eu vejo que as pessoas mal-tratam seus anciãos, mentem para obter lucro, traem suas famílias, agem com maldades no seu trabalho. Se tivesse um lar, estaria lá de rabo em pé para lhe aplacar suas tristeza, e garantir que ainda há motivo para sorrir. Um graveto jogado, por exemplo. Brincar de esconder ou simplesmente nos jogarmos no sofá para ver um filme. Ou quem sabe dar uma volta no quarteirão pra ver o mundo de Deus.
É!

Bem, da mesma forma que isso tudo me comove, sei que nos seres humanos este sentimento também deva nascer. Então, se eu pudesse falar, escrever, postar e curtir no facebook, faria campanhas massissas para salvar a humanidade dela própria.

Ups, só tem um problema, a praça que eu moro não tem WIFI, eu não sei  digitar,  as patas que eu uso servem para caminhar, apoiar minha refeição quando a tenho, estender a quem precisar. Então, tudo que posso fazer e esperar que aqueles possam fazer, façam algo...



Aqueles que não fazem nada estão sempre dispostos a criticar os que fazem algo.
Oscar Wilde

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 12:06:26
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 
 

Ted em português

 

 

Ted em inglês:

 

 

 



Categoria: Inglês
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 18:34:32
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Minidicionário Livre da Língua Portuguesa - M.M. Santiago-Almeida type="text/javascript">



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 13:24:51
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


東京大学

 

Dicas para estudar para Fuvest – Politicamente verdadeiras – sem auto-ajuda nenhuma.

Há anos que venho sugerindo o projeto Todai de estudo aos meus alunos. Bem, são dicas para aproveitar melhor seus estudos para construir um itinerário para seu futuro. 

1)      Perceba logo suas deficiências. Não sofra ao ver suas lacunas nas disciplinas. Alegre-se por ter aprendido algo, mesmo que seja sobre sua tansisse.

2)      Não fique no facebook, comentando fotos, dizendo que estão cansados de estudar e sobre  o clima no cursinho. Aquele estudante que almeja algo, estuda e usa a internet para aprender, não futricar.

3)      Não se preocupe muito com colegas no cursinho. Eles viveram outra vida e não a sua. Pela pouca experiência deles, creio que eles também pouco lhe ajudarão nos estudos.

4)      Trace metas a longo prazo.

5)      Apostilas são apostilas. Livros são livros. Apostila não é livro e o estudo começa pelos livros. Tenha livros.

6)      Faça todos os exercícios possíveis. Diz uma lenda dos fuvesteiros que: “Só se passa quando os exercícios começam a se repetir.” Confesso que pela minha burrice, creio ter visto quatro vezes cada.

7)      Escolha duas coisas para serem eliminadas do tripé ESTUDO-VIDA SOCIAL-TRABALHO. Elas não são compatíveis. Ser a/o mais legal, não é ser o/a mais preparado/a. Ser o mais trabalhador, idem. Ser o melhor preparado necessita sacrifício.

8)      Mais tempo não pode significar mais sofrimento. Pouco tempo de estudo bem feito  é melhor que todo tempo do mundo de qualquer maneira.  Organizar os estudos só é eficiente se, o tempo perdido para se organizar não ultrapasse o tempo das refeições. Ou seja, método muito eficiente e lento,não é mais eficiente. Sugestão: o bom e velho caderno.

9)      Pessoas nervosas que não aprenderem a se controlar, façam chapeizinhos de papel com profissões ordinárias, vão a frente do espelho e treine as frases como: Qual é o seu pedido? Posso ajudar? Desculpe senhor, vou ver no sistema.

-  Estado de tensão desarmônica é um grande sinal de falta de crença em Deus, nos estudos e  um ótimo alarme de que não se está preparado. Calma. Fuvest e como Natal, tem todo ano no fim dele.

10)  Pilha, pilha, pilha, é um mantra enviado por alguém melhor preparado que emite suas vibrações para derrubar os estudantes mimimi, mumumu. Contra-feitiço. Resolver 5 exercícios de cada matéria, gabaritando pelo menos uma.

ps.: TODO SOFRIMENTO ADVÉM DE ESPERANÇA.....CUIDADO.

 



Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 22:39:47
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


 
 

PGM 03 --Norma culta e variedade linguística

Assista ao vídeo abaixo e você terá uma breve noção sobre a norma e variedade linguística. Recentemente, a mídia e sua “ignorânssa” toda meteu o dedo neste assunto. Matéria que vem sendo ensinada pelos gramáticos há muito tempo e é  assunto que ajuda a reconhecer as variedades. Entender a vida encontrada nos vários falares e se comunicar nos mais variados ambientes.

Nunca se quis ensinar a gramática “errada”, pelo contrário só se quis oferecer as variantes comuns da língua portuguesa. Gerações, situações, uso, aspectos geográficos são as cores da língua. Boa aula.



Categoria: linguística geral
Escrito por Alberto Ribeiro Rosa Júnior às 21:49:50
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
Meu perfil


BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, JARDIM FRANCA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Livros, Livros
MSN - profgallileo@live.com



Histórico


Categorias
Todas as mensagens literatura gramática Inglês linguística geral Clássicas



Votação
Dê uma nota para
meu blog



Outros sites
 Site de GALLILEO
 Bloguessores
 blog da joyce
 blog da lu-sanchez
 Um blog português sobre livros & literatura brasileira.
 Revista Eletrônica Aliás
 blog do charlie
 História - EM
 profa Julya
 blog do oitavo-2010
 e-books gratis
 Sebo digital
 quadrinhos antigos
 Textos Letras USP
 viciados em livros
 Nerd I